Compliance recording / Soberania digital

Todas as suas gravações.
Um portal seguro.

Voz, chat e email num arquivo único, sob jurisdição europeia. Feito para quem tem de responder a uma auditoria, e para quem tem de garantir que os dados nunca saem de onde devem estar.

Um produto da Grupês. Mais de trinta anos a integrar gravação e compliance em instituições financeiras portuguesas.

Vista geral do portal uPlayback

Quem confia no uPlayback

Instituições financeiras de referência do mercado português usam o uPlayback para reter e provar as suas interações reguladas. Porque o fazemos assim →

Uma plataforma. Três canais. Uma promessa.

O problema não é gravar. É encontrar, provar e reter.

Hoje as suas interações reguladas vivem dispersas por sistemas que não falam entre si. O uPlayback cobre as fontes que existem em banca, seguros e contact centers, e centraliza-as num único arquivo soberano, pesquisável e auditável.

Voz

Contact center, telefonia, gravadores fixos e móveis, Microsoft Teams.

Chat

Plataformas de mensagens digitais capturadas no mesmo arquivo governado.

Email

Gateways de email regulados, pesquisáveis lado a lado com voz e chat.

Make it simple

Três palavras definem o uPlayback.

Cada pilar responde a uma dor concreta dos decisores de Compliance, IT e Operações. Passe o rato por cada cartão para descobrir mais.

Requisitos legais

Compliance.

Hover para saber mais

MiFID II, DORA e RGPD alinhados por design. Workflows de retenção e direito ao esquecimento tratados automaticamente. Exportações prontas para auditoria, com registo de ações completo e inviolável.

Requisitos legais →
Controlo & audit trail

Segurança.

Hover para saber mais

Controlo de acessos baseado em perfis, autenticação AD / LDAP / Azure, encriptação e extração controladas por workflow. Cada ação de cada utilizador fica registada. O audit trail é não negociável.

Audit trail →
Jurisdição dos dados

Soberania digital.

Hover para saber mais

On-premises, cloud privada ou cloud nacional. Os dados ficam dentro de casa, sem dependência de hyperscalers estrangeiros e sem exposição ao Cloud Act.

Soberania de dados →
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Anos a integrar gravação e compliance em instituições financeiras portuguesas
Voz / Chat / Email
Três canais no mesmo arquivo pesquisável e auditável
UE / Portugal
Jurisdição à escolha on-premises, cloud europeia ou nacional soberana

Antes de comparar fornecedores

O que é, afinal, um arquivo de gravações para compliance?

Não é uma pasta de ficheiros de áudio. É o sítio onde uma instituição financeira guarda as interações que a lei a obriga a reter, voz, chat e email, de forma a conseguir, anos depois, encontrar uma delas, provar que ninguém lhe mexeu e mostrá-la a um regulador sem margem para dúvida.

A gravação, por si, é a parte fácil. Quase todos os sistemas gravam. O difícil começa depois: reter cada interação pelo tempo exato que a regulação exige, nem mais nem menos; garantir que uma chamada de há cinco anos ainda existe e continua íntegra; e conseguir, quando um auditor pergunta, recuperar a interação certa em minutos em vez de dias.

Foto do arquivo uPlayback

Gravar é a parte fácil. O difícil é encontrar, provar e reter, anos depois, sob pressão, com o regulador à espera.

É aqui que um arquivo de compliance começa

Três regulamentos, uma exigência comum

As regras mudam de nome consoante o sector, mas convergem todas no mesmo ponto: a interação tem de existir, tem de estar íntegra e tem de ser demonstrável. E puxam em direções que, à primeira vista, se contradizem.

MiFID II / Reter

Guardar 5 a 7 anos

Gravar as comunicações ligadas a transações, mesmo as que só poderiam ter dado transação, e conservá-las cinco anos, até sete a pedido do regulador. E não basta guardar: tem de se conseguir entregar, legível e organizada.

DORA / Resistir

E se o arquivo cair?

Desloca a pergunta de «tem os dados?» para «e se o sistema que os guarda parar?». Exige continuar a operar e a aceder aos registos perante um incidente, com objetivos de recuperação testados, não apenas escritos.

RGPD / Eliminar

Apagar no fim do prazo

Puxa ao contrário: o que a MiFID II manda reter, o RGPD manda apagar quando já não há fundamento. Um arquivo a sério não escolhe um lado, retém por canal e país e elimina automaticamente, de forma registada, provando as duas coisas.

Onde ficam os dados é uma decisão, não um detalhe

Guardar interações reguladas numa cloud sujeita a lei estrangeira levanta uma questão que não se resolve com um contrato: o Cloud Act norte-americano permite às autoridades dos EUA exigir dados a fornecedores sob jurisdição americana, mesmo quando esses dados estão fisicamente na Europa. Por isso, com o uPlayback, onde os dados vivem é uma escolha sua.

CenárioOnde ficam os dadosJurisdiçãoIndicado para
On-premisesNos servidores do clienteDo clienteControlo total e infraestrutura própria
Cloud privada europeiaInfraestrutura dedicada na UEUnião EuropeiaSoberania sem gerir servidores
Cloud nacional soberanaTerritório portuguêsPortugalExigência máxima de soberania

Ver como a plataforma faz isto →

As perguntas que fazem primeiro

Antes de falarmos, provavelmente já pensou nisto.

Não. O uPlayback não grava, arquiva. Continua a gravar onde grava hoje; o que muda é que as interações passam a viver todas num único arquivo governado, em vez de dispersas por sistemas que não falam entre si.

Entra. A migração do histórico é um projeto único, planeado consigo, em que o que já existe é importado mantendo os metadados que sustentam a retenção e o audit trail. O passado não se perde de rasto ao mudar de arquivo.

Depende do ambiente, mas a equipa que o vai usar no dia a dia aprende-o depressa, é uma pesquisa, não três sistemas. A parte que leva tempo é a migração e as integrações, e essa é planeada em conjunto, não empurrada de uma vez.

Não. O primeiro passo é um diagnóstico de poucos minutos, que devolve o seu nível de risco na hora. Só depois disso é que faz sentido comparar fornecedores.

Fazer o diagnóstico →

Escolha a sua lente

A mesma plataforma, lida de três ângulos.

Compliance, Tecnologia e Operações medem o sucesso de forma diferente. Comece pela pergunta que é sua.

Conformidade & auditoria

O que é arquivado, e por quanto tempo?

Mede-se pela ausência de surpresas em auditoria. Retenção configurável, audit trail inviolável e exportações prontas para prova.

Requisitos legais →

Arquitetura & soberania

Onde vivem os dados, e como integram?

Mede-se pela continuidade do serviço. Arquitetura soberana, encriptação dupla e integração com o stack que já tem.

Local vs cloud →

Operação diária

Quanto custa a fricção do dia a dia?

Mede-se pelo tempo de resposta a pedidos e pelo throughput. Recuperação num único portal e portabilidade sem lock-in.

Portabilidade →
MiFID II DORA RGPD ANACOM Cloud Act

Use cases

Construído para organizações onde as interações têm peso contratual.

Selecione o sector mais próximo do seu para ver as capacidades mais relevantes para a sua operação.

Ecrã de mercados financeiros

Serviços Financeiros

Compliance recording alinhado com MiFID II e DORA. Cada interação pode tornar-se prova.

Análise de documentos de uma apólice

Seguros

Arquivo pronto para auditoria, muito depois de a apólice ter sido emitida.

Equipa de contact center em operação

Contact Centers

Compliance recording multi-tenant para operações em outsourcing, com SLAs independentes.

Reunião numa empresa de telecomunicações

Telecomunicações

Alinhado com a ANACOM. Prova recuperável por número de reclamação ou contrato.

Comece pelo essencial

Está pronto para a próxima auditoria?

Antes de comparar fornecedores, vale a pena medir onde está hoje. O nosso diagnóstico tem três avaliações curtas, de conformidade, soberania e operações, e devolve um relatório com o seu nível de risco, alto, médio ou baixo.

Fazer o diagnóstico →

  1. O que é arquivado, e em que canais?
  2. Por quanto tempo, e quem define a retenção?
  3. Como se prova quem acedeu a quê?
  4. Onde vivem os dados, fisicamente?
  5. Como se exporta prova para um regulador?
  6. O que acontece ao trocar de fornecedor?
  7. O que falha primeiro numa auditoria?

MiFID II & Beyond

Do nosso blog.

Compliance multi-canal, soberania digital e resiliência operacional, analisados pela equipa que gere mais de 100M de gravações para a banca e seguros.

MiFID II: as sete perguntas que um auditor faz primeiro MiFID II

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Antes de pedir gravações, o regulador testa se as consegue encontrar, provar e reter. Um guia às perguntas que decidem uma auditoria.

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Soberania digital: porque é que o Cloud Act muda a sua arquitetura Soberania

Soberania digital: porque é que o Cloud Act muda a sua arquitetura

Onde vivem as suas gravações deixou de ser uma decisão técnica. É uma decisão de exposição legal, e do board.

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DORA na prática: RPO, RTO e o fim do plano de DR genérico DORA

DORA na prática: RPO, RTO e o fim do plano de DR genérico

Desde janeiro de 2025, a resiliência operacional é um resultado regulatório. O que isso exige de cada pipeline de captura.

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Prontos quando quiser.

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